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Anarchy, State, and Utopia

Tekijä: Robert Nozick

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1,870168,803 (3.69)23
Politics. Nonfiction. In this brilliant and widely acclaimed book, winner of the 1975 National Book Award, Robert Nozick challenges the most commonly held political and social positions of our age??liberal, socialist, and conservati
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12/5/21
  laplantelibrary | Dec 5, 2021 |
Very thoroughly elucidates the internal contradictions and general impossibility of anarchy and libertarianism. The style is atrocious and the structure very meandering but its still worth suffering through the waffling. ( )
  Paul_S | Dec 23, 2020 |
The minimal state treats us as inviolate individuals, who may not be used in certain ways by others as means or tools or instruments or resources; it treats us as persons having individual rights with the dignity this constitutes. Treating us with respect by respecting our rights, it allows us, individually or with whom we choose, to choose our life and to realize our ends and our conception of ourselves, insofar as we can, aided by the voluntary cooperation of other individuals possessing the same dignity.

While the book is rife with interesting and challenging theories that deserve careful consideration, it also suffers from Nozick's frustratingly abstruse writing style. Some of the arguments are marred by digressions, odd footnoting, and confusing formalizations. There were times when I wanted to throw the book against the wall, but I have to admit that I find myself thinking about the ideas it raised quite often. ( )
  drbrand | Jun 8, 2020 |
É estranho que muitos jovens “em sincronização” com a natureza e que “vão com as ondas” não forçando coisas contra a vontade dos outros, se sintam atraídos por visões estatais e socialismo e se sintam antagónicos ao equilíbrio e processos de mão-invisivel.”

Robert Nozick foi um professor e filósofo político nas escolas analíticas e libertarianas, defendendo a liberdade individual do indivíduo numa sociedade que defendia o mesmo. Acreditava que era possível ser naturalmente moral e tomar responsabilidade pelas ações sem ter um governo constantemente às costas e a tomar posse de partes cada vez maiores da nossa tarte.

Este tipo de estado ele chama-o de Estado-Mínimo. A primeira vez que ouvi sobre este tipo de governo foi, de todas as pessoas possíveis, um pastor brasileiro, que é um defensor do que ele chama de Minarquia. Minarquia, ou Estado-Mínimo, é um tipo de Estado que se preocupa somente em defender os direitos da população e proteger contra violação destes, violência, assassínio, fraude, roubo, e por aí. Quanto mais um estado toma mais responsabilidades, mas direitos individuais são violados. Nozick propõe, através de uma análise do Estado de Natureza de John Locke, que é possível emergir de um estado de completa anarquia para um Estado-Ultramínimo devido à eventual cooperação de indivíduos que vivem em comunidade e a partir daí criar associações e agências que permitam proteger estas comunidades. A liberdade de cada um exercer as suas vontades físicas, económicas, intimas e espirituais não é só garantida como defendida. Todos os interessados pagam a estas agências para proteção (um equivalente de impostos) enquanto ficam com liberdade em gastar ou trocar os seus bens como bem entenderem, dando assim origem a um Estado-Mínimo.

O livro começa com um prefácio por Thomas Nagel, escrito em Março 2013 que dá crédito a Nozick embora admite que a maneira como “vendeu” o produto deixou-me inicialmente séptico sobre o que iria encontrar. Sempre me disseram para ter cuidado quando alguém elogia de mais alguma coisa.
Porém, nem esteve mal.

Estado de Natureza

Nozick começa por estabelecer brevemente o Estado de Natureza Lockeano, onde (muito resumidamente) as leis da natureza requerem que ninguém magoe outro indivíduo na sua vida, saúde, liberdade e posses. Mas alguns são predadores e é do direito das vítimas defenderem-se e aos outros, e os criminosos devem ser castigados para manter a ordem. O truque é exercer estes direitos sem quebrar demais as barreiras de todos os afetados. Uma solução são agências fundadas e escolhidas por indivíduos. No entanto, vários indivíduos e várias comunidades podem ter valores diferentes e a maneira como as agências e instituições agem podem variar, criando competição entre estas e criando novos problemas. O filósofo analisa vários casos e oferece analiticamente possíveis soluções.

Os animais

Embora secularismo não faça parte alguma do livro, Nozick deixa uma longa opinião sobre os animais, que se resume ao erro que o conservador hoje em dia comete: acusa o secularismo de aumentar o valor do animal e reduzir o valor humano ao mesmo nível. A verdade é o oposto: secularismo simplesmente aumenta o valor dos animais e considera níveis de sofrimento; não desvaloriza o humano embora algumas escolas queiram subir o valor animal ao mesmo que o humano.
Utilitarismo para animais, Kantianismo para as pessoas: (1) maximizar felicidade total de todos os seres vivos, (2) colocar restrições rigorosas no que pode ser feito aos seres humanos; (humanos não podem ser usados ou sacrificados par beneficio de outros; animas podem ser usados ou sacrificados para beneficio de outras pessoas ou animais só se esses benefícios forem maiores que a dor/perda infligida.

Igualdade (de Oportunidade)

O professor começa por apresentar as duas formas que se chega a isto: (1) diretamente piorar as situações dos mais favorecidos pela oportunidade, (2) melhorar as condições dos menos favorecidos – este requer recursos, logo requer apoio de quem tem recursos, logo requer que piore a situação de, pelo menos, alguns.
Observação pessoal - Os dias de hoje parecem mais fixados em usar (1) preocupando-se somente em pequenos grupos ou situações sem qualquer preocupação pelas consequências e liberdades de todo o ecossistema (O casal Taxinhas e Quotas), isto em vez de integrarem naturalmente os pequenos grupos de forma a favorecer toda a comunidade e território, aumentando assim as chances e recursos dos menos dotados subirem em dotes (recursos).

Utópia

Existem vários argumentos válidos para Utópias serem não mais que sonhos diurnos de gente ingénua, mas Robert Nozick simplifica as definições a um modo que é possível, ou pelo menos, é útil ter essa meta se não para ter sempre em foco o bem de toda a comunidade. Apresenta o seguinte:
I. Cada pessoa tem uma forma de vida objetivamente melhor para ela.
A. Pessoas são suficientemente similares, logo há uma forma de vida objetivamente melhor para cada pessoa.
B. Pessoas são diferentes, logo não há um modo de vida objetivamente melhor.
1. os diferentes modos de vida são similares o suficiente para uma comunidade objetivamente melhor para todos.
2. os diferentes modos de vida são tão diferentes que não formam uma comunidade objetivamente melhor para todos.
II. Por cada pessoa, com base nos critérios base de bem estar estabelecidos, existe uma variedade de modos de vida considerados melhores; nenhum outro é objetivamente melhor para cada pessoa além destas variedades; não há comunidades objetivamente melhores para viver além das consideradas.

Nozick vai em detalhe filosófico principalmente em IB2 e II para provar como vale a pena lutar por uma utopia sem quebrar os direito individuais, mas não deixa de auto criticar e reconhecer as objeções, que não põe de lado mas não discute por não fazerem parte do objetivo da obra.

Conclusão

Filosofia não tem prazo de validade mas Anarquia, Estado e Utópia embora seja válido para analisar muitos dos valores defendidos por liberais e libertarianos, é também muito criticado e existem várias objeções mesmo dentro do seio liberal. Além de Locke e Rawls, os respeitados Hayek e Mises (sou fã da Escola Austríaca, beijinhos ao Capitalismo) são mencionados mas levemente criticados em algumas equações morais. Interesse à parte, não estando habituado a livros filosofia e equações no meio de análises de problemas sociais e Teoria de Jogos, considerei a leitura um bocadinho pesada e excelente para ginástica cerebral, mas adoro quando estes professores falam de filosofia política ao público sem assumir que os leitores são uma cambada de burros. Levam o publico a sério e com a eventual vontade suficiente para questionar e descobrir mais.
Se têm interesse em filosofia política e querem aprender mais sobre o que é Minarquia, este livro faz um bom e completo trabalho, com imensas referências para estudo além de Nozick, incluindo o que debater e onde debater Marx (por exemplo). Se não estão inclinados a este tipo de pensamento, podem vir a achar extremamente chato e perderem-se nas fases mais analíticas. Independentemente da vossa posição, considero ainda assim acessível.

De qualquer forma, é uma viajem das grandes e dá muito que pensar sobre a (assustadora) liberdade individual. Assustadora porque por muito que se ande a filosofar, acaba por ser fumaça para encobrir o que a Psicologia Evolucionária pode explicar em palavras bem mais pragmáticas. As diferenças políticas têm base genética devido a traços de personalidade e também ambiente de educação,logo todas as posições políticas são válidas. No entanto, já tivemos milénios de lições do que acontece quando o estado tem muito poder.

Pessoas não concebem o termo de propriedade como possuírem uma coisa, mas sim como possuírem direitos (talvez conectados a uma coisa) que são teoricamente separáveis. ( )
  Igor_Veloso | Sep 19, 2019 |
Piedra basal de los libertarios, como una sociedad puede funcionar con un anarquismo de mercado. ( )
  gneoflavio | Mar 25, 2019 |
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