Picture of author.

Pierre Choderlos de Laclos (1741–1803)

Teoksen Vaarallisia suhteita tekijä

48+ teosta 6,690 jäsentä 92 arvostelua 16 Favorited

Tietoja tekijästä

Image credit: Pierre-Ambroise-François Choderlos de Laclos (1741-1803). Pastel sur papier brun collé en plein sur un papier fort au Musée du Louvre, par Maurice Quentin de La Tour (attribué à)

Tekijän teokset

Vaarallisia suhteita (1782) 6,505 kappaletta
On the Education of Women (1991) 27 kappaletta
Les Liaisons Dangereuses (1/2) (1959) 11 kappaletta
Oeuvres complètes (1932) — Tekijä — 9 kappaletta
Les Liaisons Dangereuses (2/2) (1946) 5 kappaletta
Ohtlikud suhted : [kiriromaan] (1987) 2 kappaletta
Dangerous Connections (2016) 2 kappaletta
Amour, liaisons et libertinage (2008) 2 kappaletta
1962 1 kappale

Associated Works

Cruel Intentions [1999 film] (1999) — Original novel — 191 kappaletta
Dangerous Liaisons [1988 film] (1988) — Original novel — 182 kappaletta
Les Liaisons Dangereuses [1959 film] (1959) — Original book — 25 kappaletta
The Body and the Dream - French Erotic Fiction 1464-1900 (1983) — Avustaja — 21 kappaletta
Great French romances : four complete novels (1946) — Avustaja — 4 kappaletta
Chevalier: Original Motion Picture Soundtrack (2023) — Säveltäjä — 1 kappale

Merkitty avainsanalla

Yleistieto

Kanoninen nimi
Choderlos de Laclos, Pierre
Virallinen nimi
Choderlos de Laclos, Pierre Ambroise François
Syntymäaika
1741-10-18
Kuolinaika
1803-09-05
Hautapaikka
St. Francis Convent, Taranto, Italy (Tomb destroyed, 1815, remains dispersed)
Sukupuoli
male
Kansalaisuus
Frankrijk
Syntymäpaikka
Amiens, Frankrijk
Kuolinpaikka
Tarente, Frankrijk
Kuolinsyy
Dysentrie et Paludisme
Asuinpaikat
Amiens, France
Koulutus
École royale d'artillerie de La Fère
Ammatit
soldier
novelist
diplomat
Organisaatiot
French Army
Lyhyt elämäkerta
Pierre Choderlos de Laclos was supposed to be helping to construct fortifications against the British on the west coast of France in 1779 but he spent most of his time writing his experimental novel, "Les Liaisons Dangereuses." The book was published in four volumes in 1782, becoming an immediate bestseller. A few years later, he left the army to become a diplomat and administrator in the Ministry of War. He spent some time in prison after the French Revolution and after meeting Napoleon Bonaparte, was reinstated in the army as a Brigadier General and artillery expert. Although considered scandalous in its day, "Liaisons" went on to heavily influence the works of many subsequent writers.

Jäseniä

Keskustelut

Les Liaisons Dangereuses - translations, Book talk (marraskuu 2011)
Group Read: Dangerous Liaisons, 1001 Books to read before you die (elokuu 2009)

Kirja-arvosteluja

Las amistades peligrosas
Pierre Ambroise Choderlos de Laclos
Publicado: 1782 | 525 páginas
Novela Erótico Romántico

Las amistades peligrosas (a veces traducidas con mayor propiedad por Las relaciones peligrosas) es una famosa novela epistolar, escrita por Pierre Choderlos de Laclos, que narra el duelo perverso y libertino de dos miembros de la nobleza francesa a finales del siglo XVIII. Fue publicada por primera vez en 1782.La Marquesa de Merteuil y el Vizconde de Valmont, que en otro tiempo llegaron a ser amantes, se aprovechan del mejor modo que pueden de la sociedad puritana y privilegiada en la que viven. Estos dos personajes depravados no dejan de enviarse cartas a lo largo de toda la historia que se narra en el libro en las que se cuentan sus hazañas, que constituyen la trama de la historia. Sin embargo, a pesar de ser rivales, no están en igualdad. El vizconde de Valmont, por su condición de hombre, puede hacer alarde de su condición de libertino y gozar incluso por ello de una cierta reputación. Las cartas que dirige a la marquesa de Merteuil solo son el relato de sus aventuras.Pero no sucede lo mismo con esta. Aunque rival del vizconde en cuanto a aventuras de alcoba, la marquesa de Merteuil, además, está obligada a disimular. Su rango social (es marquesa), matrimonial (es viuda) y su sexo (es mujer en un mundo dominado por los hombres) obliga a que se comporte con doblez y la fuerza al maquiavelismo. Es cierto que el vizconde también usa estas armas, pero es para seducir primero y luego hacer que se pierdan, al haber sido deshonradas, las mujeres que conquista. Solo sigue su inclinación natural, que lo único que transgrede es la moral de su época.Para igualarse con él, la marquesa de Merteuil debe además, conseguir zafarse del papel social que se le asigna.… (lisätietoja)
 
Merkitty asiattomaksi
libreriarofer | 86 muuta kirja-arvostelua | Apr 24, 2024 |
Got half-way through this book and DNF. It was very tedious to me and I had to force myself to read it. I have too many other books to try. So....
 
Merkitty asiattomaksi
bumblesby | 86 muuta kirja-arvostelua | Oct 7, 2023 |
— Por enquanto, para ser breve, basta parafrasear o posfácio do Carlos Drummond ao traduzir o Laclos: "E como escrevia bem esse danado…".

— A sequência narrativa final, a sucessão de cartas, bilhetes, cenas e imagens, é acelerada e impactante, ao ponto de fazer o leitor devorar todas as correspondências com avidez, buscando aquele nome, aquele remetente específico, aquela voz tão próxima e agora tão diversa.

Ao fechar o livro, a única reclamação que tenho é que tão imerso fiquei na história que queria mais cartas do Visconde e da Marquesa, estes foram tão estilisticamente superiores, moralmente amórficos, narrativamente instigantes, que em certas partes tornavam todas as outras cartas (e personagens) menos palatáveis. Mas, mesmo isso, na sequência final, é corrigido pelo Laclos, onde a situação em que se encontram todos nossos atores, faz com que todas as cartas, de todas personagens, tornem-se igualmente importantes, e um pequeno bilhete, ou o devolvimento de uma carta meramente riscada, tornem-se impactativas e grandiosas.

Uma em específico me pegou bastante, para não entrar muito em detalhes aqui, é uma carta fruto de um delírio, destinada à ninguém em específico, mas, ao mesmo tempo a todos; onde uma confissão reveladora é suprimida não por medo da repreensão, mas por medo de uma possibilidade de perdão.

Literatura finíssima, da mais alta qualidade. Provavelmente o melhor que lerei no ano.

Anotações Anteriores:

— Fim da Parte Terceira

— Esse livro realçou e sublinhou algo que em mim já ia consolidando-se: quando se trata da arte literária, o tema é uma unha, uma cutícula, uma epiderme. Não há temas superiores, não há necessidade de temas grandiosos ou grandiloquentes, basta um bom estilo e uma boa forma.

Se eu, delegando a leitura, buscasse por uma sinopse, resumo ou recomendação desse livro aqui, dado sua temática, que me interessa minimamente, eu passaria reto pela prateleira sem nem olhar para os lados; se acrescentassem que além do jogo de sedução, tratasse também de corrupção, ambiguidade, hipocrisia moral e social, eu viraria a cabeça para vê-lo, mas, ainda sim manteria a distância; e perderia um livro ímpar. Depender somente do interesse é um erro.

É lendo-o — não diga… — que ele se sobressaí, é no estilo meticulosamente cravejado do Laclos, moldando-se e adequado-se a cada voz, a cada carta, a cada sentimento que se sobressaí, a cada olhar frio e ação manipuladora. Um criado, por exemplo, que além de uma breve citação na primeira ou segunda parte, passa-se por totalmente trivial, quando o Laclos mostra uma primeira carta sua, no entanto, o homem adquire uma voz singular e uma personalidade vívida, sem exposição ou descrição, numa resposta de trabalho formal!; revela astúcia, revela subordinação, mas não submissão, revela — ao recusar a ordem de se infiltrar na criadagem de uma Presidenta — esnobismo para com outros criados da noblesse de robe (nobreza adquirida), serviçais de hierarquia inferior e uniforme específico, que ele recusa em ultimato a vestir; é quase um indicativo claro, quando permanece mesmo que ligeiramente na mão do Laclos, a persoagem adquire se não potência, camadas.

E nisso me refiro a só uma carta, de uma personagem, digamos que, menos que secundário. Não há nem como entrar, com brevidade, no Visconde e na Marquesa, que nesse ponto, você já começa a pegar não só a dicção, mas o caráter enganoso da linguagem libertina que ambos utilizam, irônica, dissimuladora; ou, quando trocam de voz intencionalmente, a fim de enganar e manipular; ou quando tornam-se grandiosos, heroicos, mitológicos, e religiosamente eloquentes para narrar suas conquistas, contrapondo, no caso do Visconde, um ato vil com uma linguagem fina; ou ainda, estratégicos, maquiavélicos, racionalistas, engenhosos e meticulosos, para narrar seus planos e inclinações.

- Queria entrar em detalhe de uma cena específica dessa parte três, um abuso, que feita uma leitura enviesada, não levando as nuances em consideração, pode ser bastante problemática. Mas, já divaguei demais e deixo aqui marcado para expandir essa questão quando for escrever a resenha em si.

— Fim da parte dois; duzentas páginas adentro.

— É como se O Príncipe de Maquiável se encontrasse com A Arte da Guerra do Sun Tzu, só que pautando, em vez da guerra, as relações amorosas e desejosas da burguesia francesa. A história de corrupção, dissimulação, sedução, narrada em epístolas, a primeira vista, não me atraiu nenhum pouco. No entanto, a condução do Laclos, sua maneira de encadear e construir cenas, remontá-las, recriá-las, tudo a partir de diminutas cartas em primeira pessoa (com algumas ligeiras intromissões do Laclos-Editor); e a sua escrita carregada, mas elegante, cheia de minúcias, tornam a leitura muito prazerosa, apesar de certa repetição.

— Sinceramente, não fosse pelo estilo do Laclos, eu não passaria das primeiras vinte páginas, ou das primeiras cartas excessivamente românticas e blasés dos adolescentes ingênuos que tornam-se joguetes nas mãos dos personagens principais. No entanto, a escrita é tão boa, que me deixo conduzir pelo autor, e seja lá o que venha adiante e para onde ele levará o enredo, sei que dificilmente vai ser ruim. Ele sabe o que está fazendo, isso fica claro.

— As duas cenas mais memoráveis dessa primeira parte, são, a primeira, uma carta afetada e cheia de duplo-sentido, onde o Laclos monta uma cena aos pedaços para que o leitor reconstrua, a partir de correspondências anteriores, todo um cenário e situação específica em que essa carta foi escrita: uma personagem que declara seu amor à uma outra mulher enquanto utiliza as nádegas de uma prostituta como “mesa” para grafia.

A segunda, é quando uma personagem recebe uma carta, e temos toda a descrição do espanto, vergonha, raiva, e outras emoções sentidas ao lê-la. Temos também, a descrição do observador que também é o correspondente; e em seguida, lemos a mesma carta, isolada, vemos seu conteúdo, e remontamos a imagem mental, remontamos perfeitamente a cena através do seu conteúdo, numa união de forma e estilo potencialmente fortíssima, que você só pega quando em fluxo com o livro.
… (lisätietoja)
 
Merkitty asiattomaksi
RolandoSMedeiros | 86 muuta kirja-arvostelua | Aug 1, 2023 |
3.5* for this full cast performance of the play based on an abridged edition of the French classic epistolary novel. Now I need to read the original book!!
 
Merkitty asiattomaksi
leslie.98 | 86 muuta kirja-arvostelua | Jun 27, 2023 |

Listat

Palkinnot

You May Also Like

Associated Authors

Tilastot

Teokset
48
Also by
11
Jäseniä
6,690
Suosituimmuussija
#3,658
Arvio (tähdet)
4.1
Kirja-arvosteluja
92
ISBN:t
316
Kielet
20
Kuinka monen suosikki
16

Taulukot ja kaaviot